Sexta, 23 Julho 2021

Notícias Gerais

O ano de 2021 traz nove feriados nacionais no Brasil. Na cidade de São Paulo, ainda se somam outras duas datas de feriados municipais e um feriado estadual. Veja quais são eles e em que dia da semana caem. 

As datas nacionais, assim como os pontos facultativos da administração pública federal, foram publicados pelo Ministério da Economia no Diário da União do último dia 30 de dezembro de 2020. 

Em maio do último ano, devido à pandemia, alguns feriados, como Corpus Christi e Dia da Consciência Negra, chegaram a ser antecipados na cidade de São Paulo pelo prefeito Bruno Covas (PSDB).

Veja quando e quais são os feriados nacionais no Brasil em 2021

1º de janeiro, sexta-feira - Confraternização Universal

2 de abril, sexta-feira - Paixão de Cristo

21 de abril, quarta-feira - Tiradentes

1º de maio, sábado - Dia Mundial do Trabalho

7 de setembro, terça-feira - Independência do Brasil

12 de outubro, terça-feira - Nossa Senhora Aparecida

2 de novembro, terça-feira - Finados 1

5 de novembro, segunda-feira - Proclamação da República

25 de dezembro, sábado - Natal

 

Veja quando e quais são os feriados na cidade de São Paulo em 2021

25 de janeiro, segunda-feira - Aniversário de São Paulo (feriado municipal)

2 de abril, sexta-feira - Paixão de Cristo

3 de junho, quinta-feira - Corpus Christi (feriado municipal)

9 de julho, sexta-feira - Revolução Constitucionalista (feriado estadual)

20 de novembro, sábado - Dia da Consciência Negra (feriado municipal).

Veja quando e quais são os pontos facultativos de 2021 na administração pública federal

15 de fevereiro, segunda-feira - carnaval

16 de fevereiro, terça-feira - carnaval

17 de fevereiro, quarta-feira de cinzas (até as 14 horas)

3 de junho, quinta-feira - Corpus Christi

28 de outubro, quinta-feira - Dia do Servidor Público - art. 236 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, a ser comemorado no dia 01 de novembro (ponto facultativo)

24 de dezembro, sexta-feira - véspera de natal (após às 14 horas)

31 de dezembro, sexta-feira - véspera de ano novo (após às 14 horas)

Quando é o carnaval em 2021? O carnaval ocorre no dia 16 de fevereiro, terça-feira

 

A Lei que altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) foi sancionada em outubro pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, e entra em vigor a partir de abril de 2021. Desde que foi apresentado em 2019, o texto passou por diversas mudanças na Câmara e no Senado.

Hoje será um 31 de dezembro diferente. Pela primeira vez em quase 100 anos, as ruas de São Paulo não serão palco de uma das mais tradicionais e importantes corridas de rua do mundo, a São Silvestre. O motivo é óbvio: a pandemia do novo coronavírus, que impede aglomerações. Se tudo der certo, a prova será disputada em julho do ano que vem, em pleno Carnaval.

O mais famoso evento de pedestrianismo do país sofre do mesmo mal de todas as outras: o completo congelamento do mercado de corridas de rua. Quando a pandemia foi declarada, em março, e começou a quarentena, organizadores relutaram em suspender provas e continuaram vendendo inscrições. Tanto que a Maratona Internacional de São Paulo foi a última a ser cancelada entre todas as maratonas internacionais do mundo previstas para o primeiro semestre.

Em julho, quando a curva de casos já diminuía, grandes organizadores de provas de rua vislumbraram a possibilidade de que no fim do ano o mercado pudesse voltar a funcionar. E a São Silvestre passou a ser apontada como a grande vitrine. Se ela pudesse ser realizada em dezembro, mesmo com medidas de segurança e com menos participantes [ou só com a elite], seria o recado para a sociedade de que as corridas de rua são viáveis mesmo na pandemia. A Federação Paulista de Atletismo (FPA) defendia essa ideia

Mas existia um risco mercadológico. Há três ou quatro meses, ninguém poderia dizer com certeza que chegaríamos ao fim do ano com autorização sanitária para uma corrida. Se a Fundação Casper Líbero, proprietária da prova, e a Yescom, sua realizadora, decidissem investir na organização da São Silvestre, precisariam tirar dinheiro do bolso, sob o risco de não conseguirem realizá-la. Patrocinadores também não viram motivos para apostar no incerto.

A decisão só foi anunciada em 22 de setembro: "A Comissão Organizadora teve entendimentos com a Secretaria Municipal da Casa Civil. A decisão pela transferência leva em consideração a instabilidade do cenário atual, onde os decretos de quarentena estão sendo postergados, não havendo ainda uma definição de retorno das corridas de rua deste porte até o mês de dezembro", disse a Yescom, que faz a organização técnica da corrida. No fim das contas, chegamos ao dia 31 de dezembro com o Estado na fase vermelha do Plano São Paulo.

A 96ª edição da São Silvestre foi então marcada para o dia 11 de julho do ano que vem. O problema é que depois a prefeitura de São Paulo, em concordância com o governo de Salvador e do Rio de Janeiro, marcou o Carnaval de rua de 2021 para de 9 a 12 de julho. Ou seja: a São Silvestre ocorreria durante o Carnaval.

Os organizadores da corrida, porém, avisam que essa data não é definitiva. "A nova data pode sofrer alteração de acordo com as determinações dos órgãos públicos competentes. Em caso de mudança, as inscrições presenciais para a 96ª edição continuarão válidas automaticamente para nova data a ser divulgada."

Depois de nove meses de tentativas infrutíferas de voltar com as corridas de rua, os principais organizadores do país agora estão evitando dar murro em ponta de faca. Os consumidores já indicaram que só vão voltar a pagar por inscrições quando tiverem segurança de que vão poder correr, uma certeza que ninguém é capaz de dar. Não à toa, a Maratona de São Paulo de 2020 já foi adiada pela terceira vez - seria em abril/2020, passou para novembro/2020, depois abril/2021 e agora outubro de 2021. A meia de São Paulo de 2021, em fevereiro, não será realizada. Ficou para 2022.

 

O Detran (Departamento Estadual de Trânsito) de São Paulo identificou fraudes no sistema de aulas práticas de direção de cinco CFCs (Centros de Formação de Condutores).

Os flagrantes ocorreram durante fiscalização do órgão de trânsito entre os dias 11 e 23 de dezembro, totalizando 74 CFCs fiscalizados na capital paulista.

Durante as abordagens, os agentes do Detran identificaram aulas práticas de direção que foram abertas no sistema, ou seja, que deveriam estar ocorrendo naquele momento, mas que na verdade não estavam sendo realizadas. Em alguns casos, foram localizados veículos estacionados sem aluno e instrutor em hora de uso.

Segundo o Detran, foram registrados boletins de ocorrência por inserção de dados falsos. O CFC ainda responderá a processo administrativo e estará sujeito a penalidades como bloqueio das atividades, suspensão e descredenciamento. A autoescola terá direito de defesa. Os envolvidos também devem responder a processo na esfera criminal. 

 

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