Sexta, 23 Julho 2021

Notícias Gerais

Mariana Tramontina, do UOL

Depois da decisão de mais de 40 países, o governo brasileiro proibiu temporariamente voos internacionais que tenham origem ou passagem pelo Reino Unido. A decisão se deve à nova mutação do novo coronavírus e o veto começa a valer a partir de amanhã, sexta-feira (25).

Segundo a portaria publicada no Diário Oficial, está suspensa a autorização de embarque para o Brasil de viajante estrangeiro procedente ou com passagem pelo Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte nos últimos 14 dias. O texto estabelece ainda quarentena de 14 dias para quem, nos 14 dias anteriores, tiver passado pelo Reino Unido em determinadas condições.

O descumprimento da portaria gera responsabilização civil, administrativa e penal, repatriação ou deportação imediata e inabilitação de pedido de refúgio.

A portaria também ampliou as regras a respeito da exigência da realização de teste RT-PCR para passageiros internacionais a partir de 30 de dezembro.

Viajantes de procedência internacional, brasileiro ou estrangeiro, devem apresentar à companhia aérea responsável pelo voo, antes do embarque, documento que comprove a realização do teste, com resultado negativo, 72 horas antes do embarque. O documento deve estar em português, inglês ou espanhol e o teste tem que ser realizado em laboratório reconhecido pela autoridade de saúde do país de embarque.

Entrada por rodovias

A partir de hoje, nenhum estrangeiro pode entrar no Brasil por rodovias ou por rios, diz a portaria. Só estarão liberados os paraguaios e moradores de cidades na fronteira, com exceção de venezuelanos.

Quem não cumprir as regras pode ser repatriado ou deportado imediatamente, ter inabilitado pedido de refúgio e mesmo passar por "responsabilização civil, administrativa e penal".

O sorteio que define a ordem de apresentação das escolas de samba no Sambódromo do Anhembi ocorreu ontem e foi transmitido pela Liga Independente Das Escolas de Samba de São Paulo. O evento foi feito no camarote da prefeitura e não contou com a presença do público em razão da pandemia de coronavírus.... 

No Grupo Especial, as apresentações começarão com Acadêmicos do Tucuruvi, Colorado do Brás, Mancha Verde, Tom Maior, Unidos de Vila Maria, Acadêmicos do Tatuapé e, pondo fim na sexta-feira, Dragões da Real.

No sábado, o desfile segue com Vai-Vai, Gaviões da Fiel, Mocidade Alegre, Águia de Ouro, Barroca Zona Sul, Rosas de Ouro e Império de Casa Verde.

Contudo, o Carnaval paulistano segue sem data definida. Em julho, o prefeito Bruno Covas (PSDB) anunciou que a festa foi adiada.

"Estamos definindo ou final de maio ou começo de julho. Estamos definindo isso em conversa com outras cidades, para que possa haver um movimento conjunto. Adiamos os preparativos para fevereiro do ano que vem para ter uma segurança", disse na ocasião. 

 

Painel, Folha de S. Paulo – Governadores e secretários estaduais querem que Jair Bolsonaro tome medidas para restringir o acesso de viajantes que saiam do Reino Unido, após descoberta de uma mutação do coronavírus.

Diversos países já endureceram regras, após o governo britânico tornar mais forte o lockdown em Londres e em outras cidades.

Auxiliares do presidente da República dizem, no entanto, que não deve haver nenhuma ação do Brasil nesse sentido. Eles consideram suficiente uma portaria da semana passada, que exige apresentação de teste negativo de Covid-19 para a entrada no país.

Governadores e secretários de Saúde, no entanto, discordam e defendem novas medidas.

“Estamos pedindo medidas para evitar importação do Reino Unido e outros do vírus com mutação. É prudente que o Brasil estabeleça regras de restrição ou, sendo possível, quarentena para voos e passageiros vindo do Reino Unido. Ainda se sabe pouco sobre a mutação, e na dúvida, é a proteção da vida em primeiro lugar. Até que se tenha mais conhecimento”, afirma Wellington Dias (PT-PI).

Para o governador do Piauí, o adequado seria uma total restrição como mais de 40 países já fizeram ou quarentena mínima de 7 dias.

“É difícil saber a partir de quando no paciente se deu a infecção. Assim 72 horas seria apenas uma estimativa. Entrou o vírus com mutação no Brasil? São 220 milhões de brasileiros em risco”, completa Dias.

“O próprio Reino Unido está em alerta máximo. E o governo do Brasil segue em sua habitual morosidade irresponsável. Se a nova cepa tivesse surgido no Brasil, já estaríamos sob severas medidas dos outros países”, diz Flávio Dino (PC do B-MA).

Secretários ouvidos pelo Painel também se manifestaram da mesma maneira.

Eles também dizem que a apresentação do teste negativo não é totalmente seguro.

Infectologistas alertam que, se medidas sanitárias não forem cumpridas, o início do ano será com grande número de mortes e saturação dos hospitais


 

O mês de janeiro será "duro" e "sombrio" se as pessoas não mantiverem o distanciamento social e se aglomeram neste final de ano, de acordo com os médicos do comitê de enfrentamento da pandemia da Covid-19 da Prefeitura de Belo Horizonte. Os especialistas fizeram um apelo, em coletiva de imprensa nesta sexta-feira (18), para que as pessoas não façam festas de Natal e Réveillon.

"Temos visto relatos de pacientes que se internam no CTI depois de uma festa com dez pessoas da mesma família. É muito importante que tenhamos responsabilidade", afirma o secretário municipal de Saúde, Jackson Machado.

O médico infectologista Carlos Starling explica que a Covid-19 tem um período de incubação de cerca de cinco dias. "Logo, já na primeira semana de janeiro, começam a aparecer os primeiros casos resultantes do final de ano. Os primeiros casos vão ser internados por volta do dia 15. O mês de janeiro vai ser muito complicado mesmo, a perspectiva é ruim. Esperamos que isso não aconteça e confiamos no bom senso das pessoas de não organizarem eventos de final de ano", diz.

Segundo o médico infectologista Unaí Tupinambás, o ideal é que as pessoas não façam festas. Mas, caso ocorram celebrações, a recomendação é que as reuniões tenham, no máximo, dez pessoas e sejam realizadas em ambientes abertos, ao ar livre.

"Escolham casas que tenham varanda, quintal, ou conversem com os vizinhos para fazer na rua", orienta Tupinambás. Segundo ele, é importante também que a música permaneça em volume baixo, uma vez que, quando as pessoas precisam gritar para conversar, a emissão de gotículas é semelhante a de uma tosse. Mesmo com esses cuidados, o risco existe. 

De acordo com o médico infectologista Estevão Urbano, se as pessoas não se conscientizarem, em janeiro a cidade terá um alto número de mortes e um cenário de saturação dos hospitais, que já registram altas taxas de ocupação.  "Não vamos fazer festas de despedida por falta de empatia e resiliência, vamos ter muitas festas pela frente e as pessoas precisam estar vivas para comemorar", conclui.

Ele alertou que "os protocolos são muito bonitos no papel. Mas, depois da primeira taça de vinho, não são cumpridos".

 

 

Muito tem se discutido sobre o abono extra no valor de R$ 2 mil destinado aos aposentados, pensionistas e cadastrados no Benefício de Prestação Continuada (BPC) do INSS.

O inicio dessa discussão começou através de uma sugestão legislativa (SUG) nº 15/2020 de autoria de Jefferson Brandão Leone, que hoje está em trâmite no Senado Federal e ganhou apoio popular desde sua divulgação.

O texto que prevê um abono extra de R$ 2 mil foi registrado no dia 19 de junho de 2020 e colheu mais de 26 mil assinaturas a favor de sua implementação. Atualmente o documento foi recepcionado pelo senador Paulo Paim e segue em análise para apreciação.

Entenda a proposta

O texto da SUG visa implementar um pagamento extra no valor de R$ 2 mil reais, aos aposentados, pensionistas e inscritos do BPC do INSS durante o período de calamidade pública que está previsto até o dia 31 de dezembro de 2020.

 

O documento prevê o pagamento do abono no valor de R$ 2 mil para os segurados do INSS que ganham até três salários mínimos. A proposta foi pensada com o objetivo de ser mais uma ferramenta no combate a pandemia.

 

Projeto pode ser aprovado?

Indo direto ao ponto, as chances desse projeto ser aprovado são quase nulas. Precisamos entender alguns pontos para que o cidadão não acabe contando com um benefício que não deve ser liberado.

Em primeiro momento devemos analisar que a última alteração da SUG foi no dia 15/07/2020 quando o senador Paulo Paim recepcionou o projeto ao qual foi designado para a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (Secretaria de Apoio à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa).

Logo, desde o mês de julho, não há qualquer interação por parte dos parlamentares com relação ao projeto, outro ponto é que a SUG não chegou nem a se tornar um Projeto de Lei para que pudesse ser votada na Câmara, no Senado e que pudesse passar por sanção presidencial.

Além disso, o texto do projeto visava pagar um abono extra durante o período de calamidade pública que se encerra no final desse mês. Além da medida não ter ganho apelo politico não existe tempo hábil para que uma medida como essa seja aprovada.

O cidadão interessado em acompanhar os trâmites podem acessar diretamente ao site oficial do Senado Federal.

Por fim o cidadão não deve esperar que esse abono seja aprovado, tão menos deve esperar que esse abono seja pago aos segurados do INSS.

 
 

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